domingo, 6 de dezembro de 2009

Hey, I got my heart back!


É engraçado como há dias em que acordamos com uma sensação de não-pertencimento.
Você não faz mais parte da vida daquela pessoa que muitos te diziam que seria com quem passaria o resto de seus dias. Essa sensação de não-pertencimento parece ser acompanhada da arte de querer evitar determinadas pessoas há algum tempo. É, sim, aquele desejo transbordante dentro do peito de deixar aquela pessoa saber que ela não é mais importante para você, como ela acha que é. É deixar que aquele sentimento de culpa seja trocado pelo gosto doce da consciência limpa. Ou seja, tudo que você poderia fazer para que aquela relação pudesse ser de duas vias foi feito. Portanto, o luto eterno é extinto.

Após a leitura, ouçam Mais uma vez - Legão Urbana

That's all, folks!

Pode parecer loucura, mas o texto retrata o que senti neste domingo!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Either...or...


Alguns poderiam até dizer que é essa qualidade que dá sentido à vida humana.
Impressionadas, mas oprimidas.
Ora santas ora putas.
Conscientes, mas acham que nada podem.
Indecisas, porém inflexíveis.
Contemplam, pensam sobre o que pensar.
Bebem e sentem que podem ser quem querem ser.
Vão a lugares que permitem ser quem querem ser.
Oram para que, ao chegarem a suas casas, seus pais estejam dormindo.
Não ligam que sejam a lama, porque ainda pertencem aos que estavam dormindo.
Ou seja, bebem e sentem que podem ser quem querem ser.
Sua música define quem são, mas sua vestimenta também pode fazer isso.
Ora feios ora belos.
Às vezes educados, às vezes animais.
Há momentos que precisam de seu amor, outros preferem a dor.
Pode ser que não tenham medo, apenas não querem parar com a vida criada, pois buscam um auditório, uma mentira.
As pessoas vivem dicotomias. Uma alternância! Elas estão ora no mar ora nas nuvens!

PS: Desculpe-me por sumir daqui. Havia prometido para mim mesmo que, enquanto não passasse minha qualificação de mestrado, não voltaria a postar por aqui. Bom, consegui tirar o pó que não me deixava ver a cara do blog. Pretendo mudar algumas coisas por aqui.
Forte abraço,
William.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

O Outro


Em uma leitura russa, aprendi, há alguns anos, que só conseguimos ser nós mesmos, a partir do olhar que se lança sobre o outro. Ele acaba sendo minha fonte original de observação, tendo assim um parâmetro do que pretendo ser, buscando a minha satisfação de uma outra óptica. Ou seja, o prisma exterior precisa refletir e refratar comportamentos que buscarão guiar quem devo ser.
Alguns até me diriam que esse pensamento faz parte do começo da insanidade. Mas, sempre, penso que é dessa forma que a sociedade tem se estruturado em suas camadas e estratos. Porque muitos são os que, talvez, por fraqueza, não buscam ter forças interiores para lutar, a fim de criarem uma forma de pensar real, sendo levados a ter vontades e desejos pertencentes a uma outra cabeça pensante.
Ainda de forma crítica, é válido pensar: Se o ser humano precisa tanto de uma vida quase analítica, por que isso não pode ser aplicado a sua própria vida?

That's all folks,

WTB.

Desculpem-me. Muitas são as palavras, porém pouco é o tempo que me permite organizá-las em um texto...





domingo, 5 de julho de 2009

Abram seus olhos!


Teorias culturais dirão que você aprendeu a ser quem você é na atualidade, observando a forma de outros agirem. Eu, particularmente, opto por pensar que são suas relações que definem quem será no futuro. Não que aquele famoso ditado - Diga-me com quem tu andas que direi que tu és - tenha um valor precioso. Mas, logicamente, diga-me com quem você se relacionou que direi a sua força de influenciar outros com sua forma de pensar!

Não entendo! Vivo a ouvir de pais, educadores, dentre outros que os jovens estão perdendo a forma de aprender a apreender. Logo, não sabem o que esperar do futuro, o que querem estudar, ainda mais, não sabem quem serão daqui meses, pois são esperados à porta de grandes vestibulares provando assim suas escolhas. Sendo elas que irão defini-los para o resto da vida. Contrario-me sempre que ouço reclamações. Afinal, as mudanças das bases da sociedade ainda requerem muito tempo para um novo estabelecer. Explicadamente, pais saem de manhã e retornam à noite, sempre alegando que estão na busca de futuros melhores para seus filhos. Entretanto cai no esquecimento que devem ainda manter um elo com seus filhos, o qual se chama conversa franca. Pais, atentem para o fato que não basta ter um celular de última tecnologia, se o que seu filho mais busca é sua atenção ao simples fato que aconteceu na aula. Ainda que você possa rebater minhas ideias dizendo que consegue monitorar tudo que seu filho faz. Lembre-se, seu filho não precisa de pais-GPS! O que mais falta a ele, é um pai que esteja presente aos momentos mais simples e singelos, assim ele sentirá que há de fato alguém que se importe com ele. Eu, atentamente, se fosse um pai e tivesse meu filho perto de mim, teria um olhar clínico como um garimpeiro. Ainda que a pedra preciosa não esteja lapidada, seria sábio saber de seu valor.

That's all folks, Théo!

terça-feira, 30 de junho de 2009

Free DOM!


Faz parte da vida um ciclo social. Ele é base para tudo que se estrutura ao redor daqueles seres ainda humanos. Um simples vislumbre da realidade imposta para muitas das pessoas, será notado que não vivem independentemente de outros seres. Chega ser uma cadeia, semelhantemente a uma corrente, da qual, sinto muito lhe dizer, não se soltam. Vivem presas, ainda teimando em dizer que são livres. Onde?

Ainda que para ser humano haja a necessidade de conexões, sendo elas necessárias como espelhamento da alma exterior: preciso saber quem é o outro para que eu consiga ser “eu”; momentos nos dão um basta daquilo que pensávamos ser a vida ideal. O que se faz necessário é um desapego. Isso mesmo! Há pessoas que precisam nos deixar, logo outros ciclos de relação serão estabelecidos. Sabe-se que existem lutas intrínsecas das quais não nos livramos; sempre a implorar para aquelas pessoas ou coisas que fiquem mais do que o tempo permitido. Mas o que requer raciocínio é quando há liberdade, tudo parece querer estar onde está. Não há firmamento para a imposição. Por isso, frente à liberdade, deixe as coisas fluírem. Afinal, há sempre coisas ou pessoas indo para sua vida ou vindo de sua vida.

Pense nisso!


...O tempo é parte de meu ser. Quer seja presente, pretérito ou futuro. Aprendo d-i-a-r-i-a-m-e-n-t-e como não ser engolido por ele. Sinto e digo o blog pode esperar. Obrigado aos leitores por esperar....



sexta-feira, 22 de maio de 2009

Mutações


Para mim, a infância está em pleno declínio. Aqueles que viam a sua vida ser uma brincadeira de esconde-esconde,veem hoje suas agendas repletas de afazeres. Além disso, sofrem a pressão do inimigo-mor: o tempo. Logo, notam-se crianças que devem, e são cobradas por isso, aprender mais cedo tudo aquilo que, antes, era aprendido em um extensão de tempo maior. Aos pobres, é delegada a pesada responsabilidade de trabalhar, o que por muitos será dito que é ótimo, porque cria o senso de vida adulta neles. O que me angustia é: Será?
O que não dá para negar é: as crianças passam por diferente formas de entrar na adultecência, o que tem produzido consequência graves, pois quantas delas têm de suportar o nada leve fardo da vida adulta, o qual está atrelado a tantas mazelas que a vida adulta proporciona. Parece-me que há uma necessidade incontrolável de fazê-los ser prodígios - A noção de economia, de competição acirrada, de fazer escolhas, de arcar com os resultados das decisões. Ainda que ouça que isso é cultural, pois vimos na batalha o sucesso, há um contraponto: eleva-se a vida de uma simples criança a uma potência indizível!


Sempre ouço que as crianças são o futuro da nação, mas me questiono logo quem serão os adultos dessa mesma nação(?)

Ouvir Mobile - Avril Lavigne quando terminar de ler o post!


That's all, folks!
WTB

sábado, 2 de maio de 2009

Destiny


É engraçado como as pessoas se preocupam, até demais, com a forma de outros se portarem. Adoram observar desde os olhares que cada um, naquele dia, carrega em seu semblante, a cor de suas roupas, o perfume que exala quando adentram um espaço, e seu humor, claro, ele é detentor dos que podem te rodear.
Certa vez, ouvi uma pessoa, conhecedora de personalidades, dizer que temos aquilo que, sem perceber, emitimos. Pode parecer tacanho pensar que aquilo que se fala, usa, ou mesmo compra possa definir aquilo que queremos ser, mas ao meu ver parece muito lógico esse pensar. Porque muitos são os que se preocupam, loucamente, com aquilo que serão, ao invés de darem uma atenção especial àquilo que são no presente, não o que,ainda, nem sabem se o serão.
Gosto de pensar que alguém pode dialogicamente ter já falado ou pensado sobre isso.


Oasis - Stop crying your heart

'Cause all of the stars
Are fading away
Just try not to worry
You'll see them some day
Take what you need
And be on your way
And stop crying your heart out


Isso é tudo por hoje,
WTB.